Minas Gerais e Amazonas mantêm histórico de acerto com o vencedor presidencial desde 1989
Estados mineiro e amazonense seguem como termômetros do resultado nacional em todas as eleições presidenciais brasileiras realizadas desde o ano de 1989.

O eleitorado mineiro e amazonense preservou a tradição de escolher o candidato que saiu vitorioso na corrida presidencial no pleito realizado no último domingo, 25 de outubro. Esse comportamento reitera um padrão estatístico observado em todas as dez votações para o cargo de chefe do Poder Executivo federal no Brasil desde 1989.
Dentro de Minas Gerais, Luiz Inácio Lula da Silva obteve 50,43% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro marcou 49,57%. O estado protagonizou a disputa mais apertada do território nacional, com uma margem de apenas 0,86 ponto percentual. O território mineiro foi o único do país onde houve inversão de liderança entre os turnos, superando uma desvantagem inicial de 589 mil votos para concluir a apuração com uma vantagem de 109 mil votos.

No que se refere ao Amazonas, o vitorioso registrou 54,02% dos votos válidos contra 45,98% do oponente. Os números apurados em Minas Gerais mostraram proximidade com a média nacional, que foi de 51,49% para o presidente eleito. No pleito de 2022, o alinhamento também foi observado, com o vencedor obtendo 50,20% no estado mineiro, comparado a 50,90% no cenário de todo o Brasil.
O levantamento considera tanto as eleições definidas em primeiro turno, em 1994 e 1998, quanto as oito disputas que precisaram de segundo turno. No Amazonas, os índices mais expressivos para o vitorioso ocorreram em 2006, com 86,80% dos votos, e em 2010, com 80,57%. Por outro lado, o cenário mais equilibrado naquele estado foi visto em 2018, quando a definição ocorreu por uma diferença de 9.556 votos.
Em Unaí, a movimentação política e as discussões sobre o futuro do país são parte do cotidiano, inclusive nos espaços de convivência como a Praça JK. É recomendado que os cidadãos acompanhem os desdobramentos governamentais através de fontes oficiais para se manterem bem informados sobre serviços públicos e direitos.
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